Toda luz que não podemos ver

Toda luz que não podemos ver, Anthony Doerr , 528 páginas, intrinseca . 🇺🇲



Eu tenho esse livro deste o lançamento (2015 ) e estou deste então tentando terminar de ler. Eu começava, parava, começava e nossa, cheguei até quase decorar algumas partes de tanto que li e o pior é que eu parava, não pq o livro era chato, pq não é, eu parava pq me cansava um pouco, daí pegava outro livro pra dar uma rlx e demorava , sei lá, meses pra voltar nesse livro de novo, mas agora, com a força do ódio, consegui, FINALMENTE terminar de ler ( eu ouvi um amém?), estou até emocionada.

O livro tem dois focos principais. De um lado conhecemos a Marie-Laure, que mora em Paris e é filha do chaveiro do museu de história natural, ela tem pouca visão e durante a leitura ela fica cega, e pra tentar guiar, ou dar mais liberdade pra menina, o pai cria uma maquete da cidade para que Marie decore melhor as ruas da cidade.

Do outro lado nos conhecemos um menino alemão, que mora no orfanato com sua irmã mais nova, e ali ele encontra um rádio quebrado e consegue consertar, e então ele ouve algumas músicas e transmissões vindo de outros países, ele e sua irmã se apaixonaram por um programa que ensinava ciência para as crianças, a paixão dele pela ciência e tecnologia ficou tão grande que não tinha nada que ele não pudesse concertar, sua fama cresceu e ele acabou sendo recrutado para o exército nazista.

O livro é narrado entre uma história e outra, e alternando entre presente, passado e futuro, os capítulos são mega curtos e acredito que isso pode fazer você devorar o livro ou enjoar deles mais rápido (foi isso q aconteceu comigo).

Enfim, existe uma lenda no meio da história toda, essa lenda conta a sobre uma deusa que queria mandar um presente para o deus do mar, e ela fez uma linda pedra e jogou no rio, pq o rio sempre acaba encontrando o mar, só q no caminho um humano pegou a pedra, então a deusa jogou uma maldição no ladrão, ele não morre, mas todos ao seu redor vão sofrer, morrer ou qualquer horrível.

É claro que, em meio ao inferno da guerra, muitas pessoas acreditaram nessa lenda, e pra protegê-lo de possíveis saqueadores, tiveram a ideia de criar 3 cópias da pedra e entregar para os funcionários, um dos escolhidos foi o pai da Marie. Ah, tem um detalhe, nenhum dos 3 funcionários sabe quem está carregando a verdadeira.

A história é legal, mas achei a leitura beeem arrastada, abandonei esse livro várias vezes, foi um alívio finalmente terminar. Mas não sei vocês, dificilmente um livro enrolado como esse se torna um livro bom no final. Mas enfim, não confie em mim nessa, gente a leitura, arrisque, pois esse livro ficou muito tempo na lista de mais vendidos e ganhou alguns prêmios, incluindo um Pulitzer.

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